sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O movimento Hippie


A palavra inglesa hippie se origina do termo hippster, usado para designar pessoas que se envolviam com a “cultura negra”. Assim como a cultura negra, o movimento hippie fez parte da contra-cultura americana da década de 60, posteriormente perdendo sua popularidade em meados dos anos 70. Em 1967, Os hippies estavam na capa da revista Time com o título Flower Power, o poder da flor, nome dado pela mídia a esses jovens que se deixavam levar pelo prazer e pela aventura.

E como uma contra-cultura, os hippies adotavam um estilo de vida nômade, abraçavam aspectos de religiões como o budismo, hinduismo e as religiões das culturas nativas norte-americanas. Eram contra a Guerra do Vietnã e o nacionalismo, discordavam de valores tradicionais da classe média americana e tinham como o lema Make love not war (faça amor, não faça a guerra).

Era associados aos hippies o uso de drogas e grandes festas. O estilo musical com o qual mais se identificavam era o rock psicodélico, representado por artistas como Janis Joplin, Jimi Hendrix, Rolling Stones, The Beatles, Led Zeppelin, The Doors, Pink Floyd, Bob Dylan. No Brasil, Raul Seixas e Mutantes. O movimento hippie cultuava o prazer livre, seja ele físico, sexual ou intelectual.

Não havia manifestações de interesse político. Mostravam-se apenas pacifistas e participaram de manifestos antiguerra. Ideais anarquistas de comunidades igualitárias e total liberdade não violenta.

Nos anos 60, muitos jovens passaram a contestar a sociedade e ir contra os valores tradicionais. Esses movimentos de contestação iniciaram-se nos Estados Unidos. Como grupo, os hippies tendem a usar cabelos e barbas mais compridos do que o considerado "normal". Ainda hoje são realizados festivais e encontros para celebrar o amor e a paz nos Estados Unidos.

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